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Rédeas de Ouro define campeões do ciclo na raça Crioula

Na categoria principal, Gilson Diniz Filho teve destaque no evento que foi também marcado pelo primeiro Sul Americano de Rédeas

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O momento pelo qual muitos esperavam finalmente chegou. Em Campina Grande do Sul (PR), na pista que ostenta uma das maiores coberturas da América do Sul, cavaleiros e cavalos renomados encheram os olhos do público na noite de sábado após dias de provas e premiações. De 4 a 6 de outubro, a cidade paranaense acompanhou as provas que definiram os campeões do Potro do Futuro, Snaffle Bit e Campeonato Nacional da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).
Com emoção até o fim, os quase 30 competidores correram por cada ponto e cada pedaço da pista buscando atingir o máximo, enquanto eram observados por cinco juízes experientes. Destes, quatro brasileiros – Ricardo Marinato Heymann, da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR), Renata Ricci, Ederson Machado e Paulo Koury -, e o italiano Filippo Masi, da National Raining Horse Association (NRHA), além do juiz de equipamentos, Giovani Bornancin. O técnico responsável credenciado à ABCCC foi Gustavo Arhanitsch.
O grande destaque da noite foi, sem dúvidas, Gilson Diniz Filho. Além de garantir o título montando Jubileu da Roraima, com 223,50 de nota, foi também segundo e terceiro colocado montando Craque Marca dos Santos e Jararaca da Roraima, respectivamente. Empatado em terceiro, Marcelo Almeida montando Mandinga Tunuyan. Em quinto, Gilson Diniz, pai de Gilsinho, montando Basco Bacarat-TE.
Também neste sábado, 26 competidores entraram em pista no Nacional amador; destes, dez disputaram também o Potro do Futuro amador. Além dos troféus, os vencedores receberam premiação em dinheiro. Com 215,00 de nota, a bandeira uruguaia foi estendida para celebrar a primeira colocação no Nacional amador. Apesar de ser brasileira, Ana Paula Correa, que montou El Tropillero Cuando Quiera, mora há 14 anos em Montevidéu e representou, dessa forma, o país uruguaio. No Potro do Futuro amador, Evandro Levendosk novamente foi receber o prêmio, com a primeira colocação obtida ao montar Jubileu da Roraima.
Na sexta-feira, 5 de outubro, o público acompanhou a performance dos competidores da categoria Snaffle Bit amador, a primeira a entrar em pista. Com 209,00 de nota, Daniel José Marques Ferreira montando Lema da Roraima garantiu o primeiro lugar. Um pouco mais tarde foi a vez dos competidores da categoria Principiante aberto. A nota mais alta, 207,50, foi dada a Adilson da Cruz de Lima que montou O Caminho do AEC. Na categoria Principiante Amador o grande vencedor foi um dos representantes do time brasileiro no Sul-americano de Rédeas, Gabriel Cordeiro, que montou Araguaína do Perone e atingiu 211,00 de nota.
Na categoria Iniciante amador, a última antes do Potro do Futuro, um empate marcou a disputa. Higor Bernardo Machado montando Vichadero da Quinta atingiu 205,50, a mesma nota obtida por Isabele Prestes Tizao, de apenas sete anos, montando Alegrete do Sapezal. À noite, no Potro do Futuro Aberto, um duelo de gigantes foi visto na pista da arena coberta. No fim, o título ficou com Roberto Jou que montou Estupendo Marca dos Santos, filho de F5 Licurgo Tapajós. O desempenho foi inigualável, com a maior nota do ciclo em 2018: 226,50.
Na primeira noite do ciclo do Rédeas de Ouro 2018, do dia 4 de outubro, os competidores da Snaffle Bit aberto entraram em pista. A prova, que começou às 19h, teve como grande campeão Antonio Corrêa, que montou Xará do Trinta e Oito, e atingiu 208,50 de nota. Também foi momento da 1ª edição do Sul Americano de Rédeas do Cavalo Crioulo, na tarde de sábado, 6 de outubro. Os times de cinco países da América do Sul competiram pelo lugar mais alto do pódio na pista da arena. A competição foi dividida em três categorias: Jovem, Amador e Aberto. Para decretar o país vencedor, as notas de cada um dos competidores foi somada. Com 624,00 de nota no somatório geral, o Brasil tornou-se campeão do 1º Sul Americano de Rédeas do Cavalo Crioulo. O time foi composto por Francielle Wisciniemski da Silva, Gabriel Cordeiro Martins e Gilson Diniz Filho.
Foto: Felipe Ulbrich/ABCCC/Divulgação
Texto: Pedro Henrique Kruger/ABCCC

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