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Três passos para o correto preparo da calda

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Será que a forma como você tem preparado a calda para aplicação do multissítio na plantação de soja tem sido eficiente no controle da Ferrugem Asiática? Será que você poderia incrementar ainda mais sua produção se pudesse controlar ainda melhor essa doença mudando apenas a forma como você tem utilizado a tecnologia de aplicação?

São dúvidas como essa que o recém-lançado E-book que a UPL lançou sobre tecnologia de aplicação pretende solucionar. Afinal, a resistência nos mostrou mais uma vez que está presente, como observado no aplicativo Consórcio Antiferrugem, na safra 17/18 e com as recomendações do FRAC sobre o uso de fungicidas com sítio específico e multissítio para aumentar a efetividade do controle da doença na soja, muitas dúvidas surgiram sobre como preparar a calda correta e como ter sucesso nas aplicações na cultura, entre outras dúvidas. E por isso, foi criado esse material que explica também que o conhecimento e a forma de aplicação pode ajudar bastante o produtor na hora de realizar a proteção da lavoura.

Preparo de calda em três pontos:

– O preparo da calda dentro do tanque do pulverizador deve seguir os critérios: respeito à agitação no tanque do pulverizador, manter a agitação ligada a todo o momento em sua plena atividade, a partir da colocação do primeiro produto até o término da aplicação no campo;

– Quando existirem problemas com a qualidade da água utilizada na propriedade, como pH muito baixo (abaixo de 5) ou muito alto (acima de 8), dureza maior que 320 ppm (expresso em equivalente de carbonato de Ca ou Mg), deve lançar mão de adjuvantes corretivos com o tanque do pulverizador cheio. E então, deve-se pré-diluir os produtos em baldes ou recipientes menores e passar esse conteúdo ao tanque do pulverizador quando faltar de 3 a 5 minutos para o início da aplicação.

– Quando houver na calda algum produto que seja de formulação insolúvel ou suspensão ou emulsão, deve-se fazer a pré-diluição do produto em recipientes menores que o tanque do pulverizador. Para transferir para o pulverizador, o tanque do mesmo deve estar com um terço de seu volume contendo água. Já quando se faz uso de produtos solúveis, o tanque poderá estar com metade do tanque cheio de água. Independente da solubilidade ou formulação dos produtos, a agitação deverá estar sempre ligada e ininterrupta, e os produtos serem adicionados gradativamente no tanque.

“Sempre tendo atenção aos pontos acima, além de evitar problemas de aplicabilidade no pulverizador também será evitada a ocorrência de superdoses e subdoses ao longo do trajeto do pulverizador, assegurando a proteção fitossanitária e a produtividade no campo”, salienta Sergio Decaro, Agrônomo de Tecnologia de Aplicação da UPL. Seguindo as orientações você poderá ter mais sustentabilidade e um resultado ainda mais eficiente em suas aplicações.

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