Produtores de soja aumentam a colheita em até 18% com uso de algas marinhas

Cada vez mais presente nas lavouras, a Lithothamnium segue surpreendendo com resultados expressivos, tanto na produtividade como na qualidade das colheitas

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O uso da alga marinha Lithothamnium está se consolidando cada vez mais na preferência de agricultores em todo Brasil. Novos estudos, envolvendo diversas fazendas no estado de Goiás, seguem comprovando a eficácia desses fertilizantes naturais, agora nas colheitas de soja. A Fazenda Veredas do Turvo, por exemplo, obteve um aumento total de 1.098 sacas em uma área de 182 hectares fertilizada com o Algen One granulado, produto desenvolvido pela Oceana Brasil, responsável também pela extração e beneficiamento da Lithothamnium.

Esse aumento foi possível devido às propriedades únicas presentes no Algen, produto exclusivo da Oceana Brasil e já distribuído pelo mundo inteiro. O Algen possui mais de 70 nutrientes de rápida absorção, especialmente o cálcio e o magnésio, além de elementos orgânicos, como aminoácidos. Essas características exclusivas do produto também permitiram à empresa Ceres Agrobusiness um aumento de sete sacas por ha.

A Fazenda Bom Jardim, por sua vez, realizou um teste de comparação entre o Algen NP, desenvolvido pela Oceana Brasil, e o fertilizante tradicionalmente aplicado em sua plantação. A diferença foi de 56 sacas por ha na área com o antigo produto, para 66 sacas na que recebeu o produto com a alga marinha Lithothamnium.  O aumento de 18% de produtividade, para a mesma dosagem, foi considerado “expressivo” pelo produtor, que planeja usar apenas os fertilizantes baseados em algas marinhas nas próximas colheitas.

“O aumento no uso de produtos composto por algas marinhas na agricultura é consequência de um conjunto de fatores. Além de aumentarem a produtividade das colheitas, e melhorarem a qualidade dos grãos, também não agridem o meio ambiente e são mais saudáveis para o consumo”, explica Ricardo Macedo, responsável técnico da Oceana Brasil e doutor em Agronomia. “Resultados cada vez mais expressivos nas colheitas de soja e nas de outros grãos e frutas estão mostrando que os produtos desenvolvidos com a alga Lithothamnium devem ganhar ainda mais destaque nos próximos anos”, completa.

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