Plantio do milho ultrapassa 90% no RS

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O plantio do milho da safra 2017/2018 está praticamente concluído no Rio Grande do Sul, ultrapassando 90% da área prevista de 731,2 mil hectares. Percebe-se, neste final de plantio, que deverá se confirmar a redução das áreas para produção de grãos prevista inicialmente, ao passo que, para a produção de silagem não haverá diminuição.

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado, nesta quinta-feira (16/11), daárea semeada para grão, 70% está na fase de desenvolvimento vegetativo, 20% na fase de florescimento e já há 10% em enchimento de grão. No geral, as lavouras apresentam boa população de plantas com um aspecto verde intenso e livres, em sua grande maioria, de pragas e molésticas, indicando que, se as condições meteorológicas (chuva) forem propícias, a produtividade média do Estado deverá ser novamente próxima a sete mil quilos por hectare.

A primeira quinzena deste mês foi muito propícia para a cultura do arroz neste início de safra, chegando a quase 80% de área semeada no RS, ficando abaixo da média de 90% dos últimos anos, para essa mesma época. Nestes últimos dias os produtores puderam trabalhar sem sobressaltos, diferentemente do mês anterior, quando algumas áreas registraram volumes pluviométricos acima da média, impedindo um avanço constante na área semeada. As temperaturas registradas também tiveram impacto positivo, situando-se em níveis mais elevaos e com boa luminosidade durante as tardes. Nesse cenário, o percentual

Com as condições meteorológicas propícias aos trabalhos de campo e com a liberação das áreas que estavam com as culturas de inverno, já chega a 40% de área semeada com soja no Estado. Até o momento a cultura tem encontrado condições muito boas ao seu desenvolvimento inicial, em que pesem algumas áreas apresentarem espécies resistentes aos herbicidas usados atualmente. Fato que dificulta, em determinadas circunstâncias, o manejo adequado das lavouras. No geral as lavouras apresentam populações recomendadas e livres de pragas e moléstias em níveis que causem danos significativos.