(54) 3632 5485 contato@destaquerural.com.br

Agronegócio gaúcho cria mais de 6 mil empregos formais no primeiro semestre de 2017

Foto: Divulgação
Destaque Rural | Portal do Agronegócio | Revista, Agricultura, Pecuária, Mercado

Número no entanto é 4,7% menor em comparação com o mesmo período do ano passado

Segundo dados divulgados hoje (07), pela Fundação de Economia e Estatística (FEE), o Rio Grande do Sul gerou  6.906 empregos formais.  Esse número é 4,7% inferior ao observado em igual período de 2016, quando foram criados 7.248 empregos.Alguns setores melhoraram o desempenho no comparativo com  os seis primeiros meses de 2016. É o caso da fabricação de produtos do fumo, seguido pelos setores de fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários e de produção de lavouras temporárias. O setor fumageiro está entre os de maior criação de empregos em 2017, junto à produção de lavouras permanentes, da fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários e do comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais.

VER MAIS: Ásia é o continente com maior potencial para aumentar exportações do agronegócio brasileiro

VER MAIS: Agronegócio foi o setor que mais abriu empregos em junho no Brasil

VER MAIS: Exportações do agronegócio gaúcho caem 1,4% no primeiro trimestre, diz FEE

O economista Rodrigo Feix, coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, salienta que trata-se de uma ligeira queda, resultando em 342 vagas a menos que no mesmo período de 2017. “O que explica essa redução é um componente bastante sazonal relacionado a uma cultura agrícola, como lavouras permanentes. Tem setores em recuperação, mas o principal destaque negativo são os setores mais vinculados à pecuária, por estar direcionada mais ao mercado interno e padecer mais dos efeitos da crise. Setores como lavouras temporárias e conexos a ela, com demanda externa mais firme, foram mais beneficiados”, analisa.

Já os setores que registraram maior fechamento de vagas foram os de produção de sementes e mudas certificadas, de fabricação de conservas, produção de lavouras temporárias e de abate e fabricação de produtos de carne.

No Rio Grande do Sul também houve expressivo crescimento da produção agrícola, em especial das culturas da soja, do arroz, do milho, do fumo e da uva. Os menores saldos em relação ao ano anterior, registrados nos setores de produção de lavouras permanentes e temporárias, precisam ser lidos com cautela, dadas as implicações das diferenças entre o ano-safra e o ano-calendário.

 

Deixe uma resposta