A pecuária do conhecimento

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Por José Luiz Tejon Megido, Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM.

O mundo tem muito mais incertezas do que certezas e somos educados para o certo, quando a vida na terra é plena do incerto. No agronegócio, existem muitos fatores que não são controláveis: o clima, as doenças, as pragas, os preços das commodities, e mesmo o câmbio, as políticas, e os conflitos do governo.

Para enfrentar tudo o que não se controla no agronegócio é preciso a gestão, o “tomar conta” do controlável. São muitas ações da boa gestão e chegando velozmente a Agricultura inteligente, com digitalização. E ideias na pecuária, como o Boi 777. Para saudar o famoso Roger Moore o primeiro James Bond da história o agente 007. Uma dessas ações da inteligência na agropecuária foi batizada como método boi 777.

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Esse método reduz em 30% o tempo para criar um animal de 21 arrobas. Pesquisadores e empresas atuaram e atuam na difusão desse conceito, uma delas a Phibro, ao lado da Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA), da Secretaria de Agricultura de São Paulo. Maurício Graziani, diretor geral da Phibro, destacou que nos últimos 5 anos foram realizados mais de 80 cursos para cerca de 1600 participantes em todo o pais.

Pecuária do conhecimento é o nome desta ação. Os pesquisadores destacam que hoje em dia é preciso olhar para uma fazenda como negócio, incrementar a produtividade, a rentabilidade e o giro dos negócios. Para enfrentar todos os fatores incontroláveis e da incerteza, precisamos de gestão e de tecnologia. Inicia-se uma nova era para a agropecuária inteligente.

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