Exportação de aves e suínos é a saída para ampliar comércio exterior

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Redação Destaque Rural

Conquistar mercados internacionais é uma tarefa árdua para os ministros da pasta da agricultura, diplomatas e pessoas ligadas ao comércio exterior. Em média, para um país aceitar os comércios e de fato efetuar as trocas, levam-se 10 anos ou quem sabe até mais.

Neste sentido, o Brasil, país com vocação agrícola e que neste ano produziu uma safra de grãos recorde – mais de 200 milhões de toneladas – fica atrás de países como Singapura e Indonésia: apenas 6,9% o que é comercializado a nível agrícola pertence ao Brasil.

Para o ex-ministro da agricultura e presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, uma saída para expandir o comércio exterior brasileiro é a exportação de aves e suínos. Hoje, o país é o quarto maior exportador mundial de carne de frango, que representa U$ 94 bilhões de receita. Já nos suínos, a receita é de aproximadamente U$20 bilhões. “De tudo que vamos ter que crescer, produzindo mais alimentos para a humanidade, 40% se espera que saia do Brasil, pelas condições que o Brasil tem, pela sustentabilidade e outras coisas, então, o mundo inteiro está esperando que o Brasil continue produzindo sempre melhor”, afirmou Turra, que palestrou na abertura do II Fórum Estadual do Agronegócio, que ocorreu hoje (02), em Passo Fundo.

Segundo a FAO, até 2024, o consumo de proteína animal em países desenvolvidos superará o consumo de proteína vegetal, o que para o ex-ministro representa aumento no setor produtivo de carne brasileira.

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