Rio Grande do Sul lidera a criação de empregos formais no agronegócio no primeiro trimestre de 2017

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O resultado é inferior ao ano passado, quando foram gerados 21.230 empregos formais

De acordo com levantamento da FEE (Fundação de Economia e Estatística), divulgado nesta quinta-feira (4), o  número de admissões (24.052) foi superior ao de desligamentos (16.743), o que resultou na criação de 7.309 postos de trabalho com carteira assinada.

Em março, o movimento de criação de empregos foi determinado pelo desempenho do segmento “depois” da porteira (mais 7.777 postos), composto predominantemente de atividades agroindustriais. Os setores com maior abertura de vagas foram os de fabricação de produtos do fumo (mais 4.078 postos) e de comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais (mais 3.333 postos).

Entretanto, houve perda de empregos em alguns setores. O principal deles foi o de produção de lavouras permanentes, que encerrou o mês com saldo negativo de 1.880 postos de trabalho. Esse também é um movimento sazonal e geograficamente concentrado, derivado principalmente da desmobilização de parte dos trabalhadores temporariamente contratados para a colheita da safra da maçã nas regiões da Serra e dos Campos de Cima da Serra.

2016

Na comparação com março do ano anterior, observa-se que a criação de postos de trabalho em 2017 foi superior (mais 1.446 empregos). Os setores com saldo positivo que mais melhoraram sua condição foram os de comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais (mais 402 postos) e de fabricação de tratores, máquinas e equipamentos agropecuários (mais 267 postos).

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