Água e solo em discussão na 18ª Expodireto Cotrijal

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A exemplo da Expodireto de 2016, o Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água retomou as discussões

O II Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água reuniu autoridades para debate sobre a utilização responsável. O auditório central do parque da Expodireto Cotrijal ficou lotado. O programa que dá o nome ao fórum é uma iniciativa do governo do Rio Grande do Sul e foi lançado no final de 2015.

Desde então, a meta do programa é melhorar as relações produtivas, sociais e ambientais. O programa possui cinco linhas de financiamento, entre elas o Pronaf, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar e o ABC, Programa de Agricultura de Baixo Carbono.

Foto: Ana Cláudia Capellari

De acordo com Rossini Sena, especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA) e painelista do fórum, não é possível desassociar água e solo. Sena ainda destacou a importância do evento. “É a oportunidade de mostrar a interação dessas duas matrizes que constituem a base da agricultura”.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, o aumento da eficácia do setor agrícola gaúcho tem relação com o solo e água. “Eu acredito muito no programa pois o aumento da produtividade está muito atrelado pela qualidade, manejo e cuidado do solo e da água”. Polo ainda destaca as parcerias do programa. “Junto a Emater, Embrapa e universidades vamos deixar um legado para o futuro da agricultura e pecuária gaúcha”, finaliza o secretário.

Foto: Ana Cláudia Capellari

Desde o lançamento do projeto, em dezembro de 2015, há um esforço dos órgãos públicos em torná-lo uma política de Estado, ou seja, que possa permanecer ativo mesmo quando outro partido estiver à frente do Piratini. Para o vice-governador do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli, o projeto deve ser encarado como essencial aos produtores. “A conservação do solo e da água é uma necessidade, o que nós estamos fazendo é conscientizar o produtor”. Assim como Ernani Polo, o vice-governador considera o programa um legado da gestão estadual e reforça a vontade de não deixar o programa terminar.

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