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Governo disponibiliza novos recursos para subvenção de trigo

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O mercado brasileiro de trigo segue em ritmo lento de comercialização. No Paraná, apesar de não haver elevada demanda pelos recursos federais, via PEP, ou PEPRO, os preços seguem superiores aos praticados, no Rio Grande do Sul, o segundo maior estado produtor do país.

O analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, destaca também que os moinhos da região seguem bem abastecidos, e os de maior porte, deverão ter necessidade de voltar às compras somente daqui a 60 dias. “Pelo lado dos produtores as atenções seguem voltadas as culturas de verão. Contudo, a comercialização de trigo está especialmente trava em decorrência da mudança de ICMS que deverá ocorrer a partir do início do mês de março, momento em que continuará sendo de 12%, contudo, o crédito deixará de ser de 10%, e passará a ter crédito de apenas 4%”, analisa.

Desta forma, o percentual real passará de 2% para 8% de impostos, encarecendo o produto paranaense para compras para fora do estado, tendo como principal impacto uma possível retração de compras por parte das indústrias paulistas, fator que elevará a oferta no Paraná e consequentemente poderá trazer maior pressão sobre as cotações.

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo, nesta sexta-feira, o mercado vai recuando pela terceira vez nas últimas nove sessões. Os investidores realizam lucros acumulados desde janeiro, vendendo suas posições. Ontem (17), os contratos com entrega em março de 2017 fecharam negociados a US$ 4,47 3/4 por bushel, baixa de 7,00 centavos de dólar, ou -1,53%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em maio fecharam negociados a US$ 4,61 1/4, com recuo de 7,00 centavos de dólar, ou -1,49%.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto: Gabriel Nascimento

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