Lavoura da Abertura da Colheita do Arroz reflete ritmo no Estado

Destaque Rural | Portal do Agronegócio | Revista, Agricultura, Pecuária, Mercado

 

Os trabalhos para a vigésima-sétima edição da Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que em 2017 ocorre de 16 a 18 de fevereiro, na Estação Experimental do Arroz, em Cachoeirinha (RS), já estão a pleno vapor. A lavoura onde se dará a solenidade de abertura, no sábado, 18 de fevereiro, já foi implantada e vem passando pelos tratos para que chegue com boa performance para o dia do evento.

Conforme o gerente de pesquisa do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Rodrigo Schoenfeld, o ritmo da semeadura da lavoura de um hectare que será colhida no evento vem sendo o mesmo que tem sido verificado pelo interior. “O que acontece na área da abertura reflete o que está acontecendo nas lavouras pelo Estado. Estamos tendo uma excelente qualidade de plantio, o que não vinha acontecendo nos últimos anos”, avalia.

Na área da lavoura da Abertura Oficial da Colheita do Arroz vem sendo plantada a variedade 424 CL, último material lançado em um convênio entre o Irga e a Basf, com densidade de semeadura de 100 quilos por hectare. A variedade deve representar mais de 50% do plantio de arroz no Estado nesta safra. Schoenfeld explica que entre as vantagens do evento ser realizado em Cachoeirinha estão a aptidão da área da Estação Experimental para o plantio e a proximidade com os técnicos e pesquisadores do Irga que já trabalham no local.

A lavoura do evento conta com a parceria da Basf. Para o gerente de Marketing da empresa, Hélio de Souza Costa Cabral, o evento tem grande relevância no cenário agrícola do Brasil e por isso apostam na Abertura Oficial da Colheita do Arroz. “A Abertura da Colheita, além de ser o marco do início das colheitas no Estado, também é um momento onde os produtores, indústria e órgãos de pesquisa podem demonstrar novas tecnologias e interagirem sobre as melhores práticas no setor”, ressalta.

Cabral reforça também que a cultura do arroz tem uma importância bem significativa para a Basf e a empresa tem se empenhado em contribuir  com investimento em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para o setor. “Um grande exemplo é o Sistema Clearfield, que está há mais de dez anos no mercado e veio como uma ferramenta para contribuir com o maior problema hoje na produção do arroz que são as plantas daninhas com ênfase no arroz vermelho”, observa.

 

 

AgroEffective

 

Deixe uma resposta