Bayer passa a considerar Índice de Área Foliar (IAF) para recomendar aplicação de defensivos agrícolas na soja

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  • Empresa amplia leque de informações disponíveis ao agricultor na tomada de decisão sobre melhor momento para manejo de doenças na lavoura

Como aumentar o controle na lavoura para que as plantas não fiquem suscetíveis às principais doenças da soja? Os desafios, as novas doenças, as mudanças climáticas e a necessidade de aumentar a produtividade levaram a Bayer a adotar uma nova recomendação para uso de fungicidas no campo. Ao lado de pesquisadores renomados, a empresa passa a usar o Índice de Área Foliar (IAF) como base para fornecedor informações aos agricultores e indicar as aplicações.

Everson Zin, gerente de Estratégia de Fungicidas da Bayer explica: “A evolução na produção por unidade de área e a severidade das doenças exigem novas práticas eficientes para proteção e geração de renda no campo”. Na prática, o agricultor deve medir a quantidade de folha por metro quadrado da lavoura para fazer a aplicação de fungicida no momento correto. Com isso, ele diminui a proliferação das principais doenças da soja, especialmente a ferrugem. Zin acrescenta ainda que esse procedimento “complementa as medidas já adotadas hoje, como o uso da tecnologia de aplicação adequada para cada momento da lavoura. Também é importante observar o tamanho da gota que está sendo aplicada e a sua dispersão, que devem variar de acordo com o desenvolvimento da planta”.

A alta demanda por alimentos e a necessidade de rentabilidade no mercado agrícola fizeram com que as empresas do setor desenvolvessem variedades de soja com ciclos mais curtos. Esse desenvolvimento fez com que as equipes Bayer identificassem uma importante evolução na planta da soja nas últimas duas safras, sinalizando a necessidade da aplicação diferenciada na lavoura. “O principal ponto é que hoje a soja floresce mais cedo e os primeiros ramos de vagens apontam entre 10 e 20 centímetros do solo. Se a aplicação do fungicida não for feita corretamente, as plantas ficarão vulneráveis às doenças com o passar do tempo. O que pode implicar na perda de 25% a 30% da produção”, finaliza. 

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